Domingo, 16 de Novembro de 2008

deusa

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Divinal. Absolutamente divina. Maria João. O que tenho a dizer sobre esta mulher não cabe nas palavras. Acontecia-lhes aquilo que o Ruy Knopfli diz que acontece à palavra e à ideia. Por isso, mais nada. Humanamente divina, à grega.

A big band do hot club na Nazaré foi uma noite acesa e delicada. Há uns anos havia ficado muito zangado com o Pedro Moreira. Reconciliei-me hoje. Sentimo-nos no epicentro de alguma coisa de muito grande. Que valentia e que poesia. Que fiz eu para merecer esta noite?
publicado por Rui Correia às 02:12
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4 comentários:
De Rui a 17 de Novembro de 2008 às 17:36
calai-de-vos mazé. Já a ouvisteides? Soindes uns cocózes. Ide ouvir a "Saudosa Maloca", o "coisas da terra", a "Beatriz" e depois ide-vos. Vá, ide. Da minha parte.
De co a 17 de Novembro de 2008 às 16:11
tou cumó fêjota, iur. a mª joão não me toca por dentro. defeito meu, claro. mas nã toca. o laginha toca, mas a flausina ná, nã mentra, chíçara, num tem jeito. debiadaber maneira. ma num há. salixe. vou ali ouvir mazé a anne sophie von otter e a esperanza spalding. a mª joão? não.
De Rui a 17 de Novembro de 2008 às 15:04
Não imagino o que possa ter suscitado a ruptura, mas a culpa é, de certezinha, toda tua. A mulher está absolutamente em forma.
De fj a 17 de Novembro de 2008 às 09:37
com o pedro moreira e a big band do hot club ainda me dou. com a maria joão 'desconciliei-me' há muito. só me reconciliei com ela há uns anos, mas temporariamente, durante um concerto em pombal, em que ela trouxe o nico assumpção a portugal pela última vez. hélas!

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