Domingo, 4 de Janeiro de 2009

Sol maior

Acordo este ano com um andamento de um dos meus concertos favoritos do grandinorme Eric Satie. Tinha 17 anos quando o conheci, no auditório do Museu Municipal da Figueira da Foz, interpretado e oferecido pelo Sequeira Costa, entretanto acabado de chegar mais uma vez dos seus Estados Unidos. Uma noite inesquecível que fez esquecer esse mausoléu de tédio chamado Bolero. Ficámos todos assim: de estados unidos.

publicado por Rui Correia às 19:06
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6 comentários:
De fj a 5 de Janeiro de 2009 às 15:26
bidé, bidé! era isso mesmo, eu enganei-me. foi um lapsus sanitarium.
De fj a 5 de Janeiro de 2009 às 15:25
bidé, bidé! era isso mesmo, eu enganei-me. foi um lapsus sanitarium.
De Rui a 5 de Janeiro de 2009 às 14:27
Não, por favor. Eu choro a rir com os carapaus à espanhola.
De Rui a 5 de Janeiro de 2009 às 14:26
Caríssimo amigo fj. Tratava-se de um bidé. Não uma sanita. Hei-de ainda escrever sobre esse episódio. O meu primeiro e último filme em co-autoria com o P. Ribeira. Uma belíssima banda sonora compensava a mediocridade pungente do conjunto.
De Co a 5 de Janeiro de 2009 às 14:18
eu lembro-me: foi carapaus com molho à espanhola e depois foi gelado de baunilha.
De fj a 5 de Janeiro de 2009 às 00:31
durante muito tempo gostei do satie, sem no entanto saber de quem gostava. lembro-me que fiquei a sabê-lo depois de ver uma sanita a vogar ao sabor das ondas do mar da figueira, ao som das gymnopedies...

(em contrapartida já não consigo lembrar-me do que comi ao almoço)

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