Terça-feira, 14 de Abril de 2009

vez

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Pelo que tenho lido e ouvido em conversas de amigos concluo que grande parte do mal está feito. Já o referira aqui antes. Aquilo que era uma comunidade trabalhadora e calma começa a transformar-se numa comunidade eriçada e inquieta. Uma certa impaciência começa a tornar-se irrefreável. É nisto que dá quando um ministério decide avassalar uma escola sem querer saber o que é que por ali se faz ou tem feito. Entra-se a matar e irresponsavelmente destrói-se em dias o que demora anos a construir. Havia tanta forma de lidar com isto. Que inabilidade.

E, no entanto, nada mudou. Estamos perante o caminho. Chegou a hora. Está tudo nas nossas mãos. De mais ninguém. Depende de nós sucumbir à desonra ou erguer o coração. Que história queremos contar aos nossos filhos daqui a uns anos? Como se disse aqui há dias, “há poucos momentos assim na vida. Quando chegam, uns percebem a sua exacta dimensão e ficam do lado certo da História, outros ficam do outro lado. É essa a irremediável sentença do Tempo”.

Ninguém fica de lado, desta vez. Quem sabe, o exemplo, desta vez, vem de baixo?

O meu amigo FJ sugere que, nestas e noutras ocasiões, nos rodeemos do que há de melhor. A sugestão é sua e eu aqui vo-la trago.

publicado por Rui Correia às 00:14
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2 comentários:
De fj a 14 de Abril de 2009 às 22:28
este cd ajuda a sanar males já feitos. isso é verdade.
De Paulo G. Trilho Prudencio a 14 de Abril de 2009 às 01:11
lindo; tudo.

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