Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012

Reforma em saldos

Agora que se impõe que as Caldas da Rainha assumam a sua posição de pronúncia ou não perante uma reforma administrativa que, pasme-se, tem contornos de venda em saldo (se não disseres que sim tiramos-te seis freguesias, se disseres que sim desaparecem apenas quatro), num inominável desconto de 20%, é especialmente desconcertante recordar a posição da personagem que vai liderar a entidade que fará essa contabilidade.

 

 

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  Entendamo-nos: Portugal precisa disto como de pão para a boca. Mas os critérios - que hoje são presididos pelo arbítrio das conveniências eleitorais e por rigorosamente mais nada - poderiam ter sido desta vez, como nunca o foram desde sempre na história de Portugal, eminentemente técnicos na sua formulação e contemporâneos nos seus princípios de modernidade. Acabam por ser da maior irrelevância e obedecendo a partidarites bovídeas. Nada de bom daqui resultará. Ou melhor daqui resultará justamente aquilo de que Portugal não precisa nada: maisuma reforma cara e que está condenada a não ficar assim.

publicado por Rui Correia às 10:12
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1 comentário:
De Lúcio a 10 de Outubro de 2012 às 20:51
20% ? Olhe que é mais.

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