Domingo, 8 de Janeiro de 2012

O último a chegar ganha

A morte do Pedro Osório entristeceu-me mais do que suporia. Ainda há dias aqui me referia ao seu último trabalho como "imperdível". Não sou, nem nunca fui um apreciador do Pedro Osório compositor mas sempre supus secretamente que se ele, como outros que neste país pequenino trabalham a música, pudesse ter dedicado a sua a vida a ser exactamente o que queria na vida e não apenas a ser o que a vida dele quis fazer, muitos trabahos notáveis teríamos hoje para nosso imorredouro deleite. Mas a vida é o que é e ele há contas que se lhe fazem.

Assim sendo, restam-nos aqueles momentos em que nada já se tem a perder. A não ser a vida ela própria. E sai isto. Atente-se no Pedro Osório contido e cauteloso até aos 2'55'' e daí para a frente uma mostra do que o Pedro Osório realmente é e do muito que tinha para nos dar e não tivemos.

 

publicado por Rui Correia às 01:05
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1 comentário:
De fj a 8 de Janeiro de 2012 às 23:26
também a mim a morte do pedro osório me entristeceu mais do que suporia. até esta música acabou cedo de mais.

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