Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

elevação

Pois, pois, mas em 1960 atingiu o número um da Billboard onde permaneceu durante nove semanas e desde então nunca mais nenhum tema instrumental esteve tanto tempo naquela posição. Nos nossos dias, pode ser escutada ainda, na versão do Percy Faith, nos melhores elevadores.

 

O tema tem letra de Mack Discant e música de Max Steiner, escrita para o filme de 1959 com o mesmo nome, onde entrava a America's Sweetheart de então, Sandra Dee, e fala daquilo que todos querem: um lugar ao sol ou, o que é o mesmo, um amor solar.

 

Fica aqui a versão maravilhosa dos The Lettermen que ainda cantam; já agora, é a estes que os Beach Boys iriam mais tarde surripiar sonoridades.

 

Se isto não mexer convosco, então das duas, uma: ou estão oficialmente falecidos ou utilizam sempre as escadas.

 

 

 

publicado por Rui Correia às 14:13
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15 comentários:
De Cláudia S. Tomazi Brasil - SC a 25 de Outubro de 2010 às 16:36
Como pode alguém deste nível, com tremendo bom gosto, apreciar touradas? Sinceramente Sr. Rui...
olha que nasci bem depois de sessenta e gosto muito deste estilo, que toca com sensibilidade o que a de melhor nas pessoas.
De Rui a 25 de Outubro de 2010 às 18:47
Cara Cláudia, desculpe-me muito mas não consigo perceber o teor do seu comentário. Parece que me associa a uma predilecção qualquer por touraadas. Receio que nada seja menos verdadeiro. Eu tenho aquele mesmo fascínio pelas touradas que tenho por qualquer realidade antropológica primitiva de que precisemos firmemente de nos distanciar até à sua extinção.
De Rui a 25 de Outubro de 2010 às 18:50
E por que razão falamos de touradas ao "reescutar" o Summer place?
De Cláudia S. Tomazi Brasil - SC a 25 de Outubro de 2010 às 21:34
Bom, Sr. Rui, acertadamente nada temos de razão, apenas que o fato deste romantismo nas esquinas dos pensamentos, fazem topar na hora errada também pensamentos errôneos.
Minhas desculpas, se fiz estender a persistência do assunto.
De Rui a 26 de Outubro de 2010 às 10:20
Tenho o maior prazer em ler tudo quanto escreve, Cláudia. Por favor não se desculpe por nada. Eu é que agradeço a sua generosidade em partilhar a sua gentileza por aqui. A casa é sua.
De Cláudia S. Tomazi Brasil - SC a 26 de Outubro de 2010 às 11:54
Devo admitir que o Sr. Rui, é um tipo raro de pessoa cuja sonoridade da franqueza exala aos poros.
Aos ditos cavaleiros da fé, diferencial que afugenta a angústia e sem medo de ser feliz.
De fj a 25 de Outubro de 2010 às 22:48
adorei o instrumental pela orquestra do percy faith. e o pormenor das palmas no fim - parece que se abate sobre a sala uma súbita chuvada torrencial.
tudo isto me faz lembrar de um post por publicar.
De Rui a 26 de Outubro de 2010 às 10:23
É, não é? Delicioso o instrumental. Eu acho mesmo que só houve elevadores depois da versão do Percy Faith. Alguém ouviu a música e disse: "Sabem onde é que isto se ouvia bem?". Quem me alertou para a versão dos The Lettermen foi o Ferro na sua incansável devoção por genuinidades musicais.
De fj a 26 de Outubro de 2010 às 23:11
o ferro tem swing! ora pergunta-lhe lá se ele conhece aquilo que acabei de postar.
De uma amiga ciumenta a 27 de Outubro de 2010 às 22:50
Chega prá lá minina!
De Júlio a 28 de Outubro de 2010 às 15:58
Cuidado, D. Cláudia; não saia para pedir um cigarrito: a avenida do Brasil tem muito trânsito e pode mesmo ser atropelada.
De Cláudia a 29 de Outubro de 2010 às 14:07
É perfeitamente compreensível a orientação para tragédia, não ensina-se alguém a ser feliz. Ora, são ou, não são; tendo por desgraça a própria sorte.
De Rui a 29 de Outubro de 2010 às 15:00
Não diria "desgraça". Diria veredicto.
De uma amiga ciumenta a 29 de Outubro de 2010 às 16:50
Entre as refeições, nunca!
De Cláudia a 29 de Outubro de 2010 às 17:34
Apenas como detalhe:
A incerteza de todos os dias é o triunfo de Deus sobre a humanidade...

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