Sábado, 16 de Outubro de 2010

teoria

 

 

Para mim existe uma teoria que me ajuda a perceber melhor quase todas as coisas. Recordo, para quem gosta de utilizar a palavra “teoria” sempre que quer dizer “especulação” ou “treta”, que nada é mais certo e comprovado do que uma teoria. Por isso é que chega ao ponto de ser uma teoria, já depois de recusadas todas as hipóteses enganadoras. Uma teoria é, assim, algo que apenas interessa por ser de enorme valor pragmático. Muito mais, em todo o caso, do que qualquer prática. Mas, dizia, existe uma teoria que me ajuda a perceber muito do que acontece em meu redor. E a teoria é muito versátil. Escolhamos “música”, por exemplo. A teoria diz assim: só há dois tipos de música: a preguiçosa e a outra. Pronto. É só isto: “a preguiçosa e a outra”. Vai daí, isto aplica-se a inúmeras coisas na vida. Podíamos ter escolhido outras coisas, sei lá… só há dois tipos de arte: a preguiçosa e a outra; só há dois tipos de amizade: a preguiçosa e a outra; só há dois tipos de amor: o preguiçoso e o outro; só há dois tipos de gestão escolar: a preguiçosa e a outra; ou, enfim, outra coisa qualquer.

 

Lembrei-me disto hoje ao ler mais uma entrevista ao meu amigo Júlio Reis a propósito do seu voleibol que, por causa do Júlio e de outros que ele não esquece de enunciar, como o Dr. Mário Tavares ou o vereador Tinta Ferreira, entre outros, fizeram do Sporting das Caldas da Rainha uma referência de formação desta modalidade. Quando acabei de ler a entrevista é que me lembrei da teoria: só há dois tipos de gente.

publicado por Rui Correia às 12:01
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