Quarta-feira, 7 de Abril de 2004

técnicastigo

Passei pelo menos duas imorredouras horas a arrumar todos os nossos materiais e equipamentos utilizados nas iniciativas da associação de estudantes, do ginásio e da biblioteca. No dia anterior tinha estado a dar voltas à cabeça - e aos cabos - para tentar encontrar maneira de termos um som excelente na exibição de um dvd, bem como na utilização eficaz de microfones sem fios.
Atravessava a média adolescência quando disse ao meu pai que o que queria mesmo ser era professor de história ou inglês. Estás-me a ver, não estás? Para um tipo como eu, só restam três hipóteses. Pensei nisto com atenção: ou mudo de escola, ou finjo um esgotamento, ou passo a vida a ser técnico de som, técnico de computadores, técnico de vigilância vídeo, técnico de public addressing, e técnico de mais não sei o quê. Terá isto, tudo isto e muito, muito mais do que isto, sempre que ser feito pelos professores para depois dizerem nos jornais que não temos nada que andar, sem qualificações especiais, a "gerir" escolas? Recorro à manchete de jornal: "Que política para o audio-visual?"
publicado por Rui Correia às 12:35
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