Segunda-feira, 14 de Fevereiro de 2005

homo electus XVI

É revelador ver a forma como os líderes que se opõem a Santana Lopes se lhe referem. O pêésse usa constantemente a expressão:

"o ainda líder do pêéssedê".

Por seu lado, o bloco de esquerda não sabe referir-se a Santana sem ser assim:

" o primeiro ministro demissionário".

Nada como irritar os indígenas. Anda tudo certinho de que as eleições estão no papo e que as ambições de Santana terminam no dia das eleições. Ñão se pode acusar um homem de soberba e de ambição e depois julgá-lo capaz de se ficar por ali. Aliás, Santana já deu ao seu partido mais alegrias que outra coisa. Bastiões como a Figueira e Lisboa não se arrancam assim da cartola. Quem queira ser líder do pêéssedê tem ainda muito que fazer e não lhe bastará que o seu partido perca as eleições. Este homem não se fica pela posição de demissionário. Gosta mais da posição de messiânico.
publicado por Rui Correia às 22:47
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