Domingo, 1 de Maio de 2005

natal

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Estou um bocadinho rabugento com o vinte e cinco de abril na nossa escola.. Aqui há uns tempos eu escrevia que é urgente um novo mestre de cerimónias nacional para comemorar o vinte e cinco de abril. Mutatis mutandis, começo a achar que o mestre de cerimónias do vinte e cinco de abril na nossa escola sou eu. A verdade é que, se não sou eu a lembrar-me a tempo de fazer alguma coisa, nada acontece. Há três anos, ao perceber que nada estava feito, arrastei um generoso Nuno Oliveira para que me ajudasse a pintar um cravo de quatro metros e pespegá-lo na parede do hall da escola. No ano passado, estávamos todos a dois dias do grande dia e nada. Nasceu de repente um mobile com um trinta feito de wallmate e coberto com imagens que pedi aos trabalhos dos alunos da Cristina Freitas. Este ano tive de ir buscar in(tran)spiração à Sophia de Mello Breyner para fazer dois posters A2 sobre o que ela disse do dia vinte e cinco de abril. Pedi auxílio à minha mulher e pendurei um num lugar nobre da entrada e outro, dividido a meio, na sala de professores, com a ajuda pronta da Natália Sapinho.
"Vinte e cinco de Abril: sempre". Sim. Pois. Sempre que um homem quiser. Ao menos um.
publicado por Rui Correia às 00:30
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