Domingo, 18 de Dezembro de 2005

praire to Pryor

pryor.jpg

Morre sempre um sorriso quando morre um comediante. Morreu o Richard Pryor. Tanto que eu lhe devo. Não mereceu a vida que teve. Gastou connosco tudo quanto tinha para sorrir. Para muitos artistas, a vida é a sua obra. Para Pryor, a obra foi o que a vida lhe negou sempre. Quis sempre para si o mesmo que eu quero para mim. O mesmo que todos queremos. Nunca teve. Desejo-lhe, agora a mesma felicidade e o riso que me deu ao longo de quase todos os anos que tenho.
A minha gratidão é por me ter ensinado que sempre era verdade o que dizia o Victor Borge, um outro grandinorme da minha vida: que o sorriso é a distância mais pequena entre duas pessoas.
publicado por Rui Correia às 16:02
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