Quarta-feira, 18 de Julho de 2007

assento grave

Um dia, a Assírio e Alvim publicou-me uns poemas no seu anuário de poesia. Desde esse dia de pânico feliz, juro-vos, nunca mais escrevi nenhum. Por medo do que é maior do que eu.
Sucumbindo a um inexplicável despejo, hoje peguei em 16 destes pardais e lancei-os aqui para que vós os lêsseis. São escritos velhos. Nos dois sentidos. Ou três, quase de certeza.

Vão por aí abaixo:
publicado por Rui Correia às 13:40
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5 comentários:
De Rui a 19 de Julho de 2007 às 20:27
És um parvo. Eu ali com pânicos poeticóides e tu, vai daí, pões-te a faladrar. A tua sorte, que eu bem sei é seres muito menos parvo do que eu sou, por ser muito. É o que te vale, D. Além disso, tens sorte em eu ter tanto medo de ti, senão partia-te todo. Todo.

Obrigado.
De Gato a 19 de Julho de 2007 às 13:38
Bom, aí estão os poe, mas, bons.
De Outro Co a 19 de Julho de 2007 às 13:37
Estão bem poemas, os bons. Digueu.
De Co a 19 de Julho de 2007 às 13:36
Estão bem bons, os poemas. Digo eu.
De co a 19 de Julho de 2007 às 13:35
Estão bem bons, os poemas. Digo eu.

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