Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007

lida

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Para quem admira arte fastidiosa e demorada, ou seja aquela sobre a qual não se ouve ninguém dizer eutambémeracapazdefazeraquilo, quando for à Lisboa, vá à galeria arte periférica. Está lá agora (abriu no dia 4 de Agosto e vai até 14 de Setembro) uma pequenina exposição com duas ideias. Lindas e trabalhadoras. Chama-se “Corpo e pele” e é do angolano Pedro Pires. O que ali vai de honesta lida e compreensão lida vai para além do que vemos habitualmente. Para espicaçar, digo-vos assim: pintura com pólvora e três esculturas de um metro e noventa e cinco cada, feitas de centenas de pixels de metal soldado, human(íssim)as e absolutamente subjugantes. Próximo das esculturas do Antony Gormley, tão ou mais belas. O trabalho daquilo fez-me pensar nas árvores despidas de Giuseppe Penone, outra das minhas sínteses predilectas; (queria pôr aqui uma imagem destas árvores mas não as encontrei na net).
publicado por Rui Correia às 15:07
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